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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Carochinha - Crônica sobre a Liberdade Religiosa...


A Carochinha - Crônica sobre a Liberdade Religiosa...

Comentando um post sobre Liberdade Religiosa...

A verdadeira questão aqui é a seguinte, um crente pode rezar quantas vezes quiser - com a bunda virada para Meca, para o Vaticano, ou para a Igreja Universal -, mas quando empunha um livro que prega a misoginia, o racismo, a escravidão, a matança indiscriminada de quem pensa diferente, questiona o genuíno conhecimento humano, nega todo o Ensino Básico e Fundamental, estupro, infanticídio, entre outras barbaridades, bem mais severas; estamos falando em leis e crime... 

Então devemos pensar 'ele é livre para ser' homofóbico, racista, misógino'? E sobre pregadores e pastores, 'eles são livres para a prática de charlatanismo, estelionato, enganar, ludibriar, roubar, quem já não tem mais nada?'... Isso não é nem livre mercado - entre a oferta e a procura, no negócio da fé -, isso é estelionato... Está previsto no Código Penal, só não é aplicado... Liberdade é uma coisa, cometer crimes é outra... O Vaticano vem negociar isenção de impostos com Lula... O Vaticano é uma empresa, que comercializa um produto, 'crença'... Porque não deve pagar impostos como a minha empresa? Seus padres são funcionários assim como os meus? Deve pagar IPTU como pago, sobre o seu mega patrimônio... Deve pagar imposto de renda... O problema é escamoteado nesta falácia da liberdade de culto... E por que não? Porque são distribuidores autorizados de uma divindade judaico-cristã-islâmica? Por que deus lhes deu isenção? 

Ninguém está nem aí se o cara quer rezar ladainhas, e acender velas... Mas as leis devem ser iguais para todos... Uma cartilha da matança, generalizada, deve ser sim questionada, sob a perspectiva dos direitos humanos, sob a perspectiva HUMANA, e das leis vigentes em nosso país... Antes da liberdade de culto existe a liberdade à vida... Íntima, individual... Reze em sua casa, curta sua fé... Mas fechemos os antros do estelionato, onde reina a criminalidade mais hedionda, o assalto à esperança de quem já não tem nada... Apliquemos as mesmas multas, impostos, regras e PENAS, às instituições religiosas, porque elas, definitivamente, são  nada mais do agremiações... São existe nada  de sobrenatural, e muito menos SAGRADO, em ditos clubes... Devem ser tratadas como o Lions, Rotary, Maçonaria... E por que não? E recomendo que mesmo as entidades supra citadas, recebam tratamento isonômico com respeito à outras agremiações e clubes, mas paguem impostos, e estejam submetidas ao rigor da lei, como qualquer empresa... 

Sem este 'Conto da Carochinha' da INSTITUIÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS...

Carlos Sherman

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