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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Giselle...Eterna... Inefável, indelével...




Contorna em luz difusa as sombras das ilusões
Sombreia e esfumaça as coisas semi-reveladas
Do mundo pouco eu sei, morreu (en)canto
Fome de lua, assim recolho meus sois
Fico querendo adentrar sem incômodo
Nossa casa abandonada
Ninho fosco, lúgubre de gosto
Lá pintamos todos os dias ao por do sol
Nossas aquarelas em dueto
Nossos segredos eternizados
Tomamos ao som do vento nosso vinho
Amamo-nos no degredo
Subimos e descemos as escadarias de nossos medos.

Giselle Serejo - in Enlace Eternity.

Um comentário:

  1. Obrigada Carlos Sherman,sinto-me honrada com tamanha gentileza sua.

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