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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Ações Positivas, Resultados Catastróficos...




Um amigo publicou mais uma defesa às ditas ações positivas, confrontando a posição contrária de Morgan Freeman, com a posição à favor de Spike Lee... Dediquei-me à questão mais uma vez... 

Discussões desta natureza, se transformam em disputas eloquentes, mas logo abaixo da superfície do debate, podemos encontrar à deriva, os princípios que regem, ou deveriam reger, um debate realmente produtivo, e não a mera defesa de bandeira... Levanto a discussão sobre tais princípios, sob a égide do aforismo: 

Ações Positivas, Resultados Catastróficos...

Por quê?

Edu, o Doutor Walter Williams - que também, e apenas por acaso, apresenta farta distribuição de uma classe de compostos poliméricos derivados da tirosina, existente nos reinos Animal, Vegetal e Protista, chamado de Melanina, em sua epiderme, e cuja principal função é a pigmentação e proteção contra a radiação solar - mostra que as 'ações afirmativas' iniciadas com Nixon foram na verdade um retrocesso... Mostra com evidências, dados, e fatos... 

Ações injustas e injustificadas, por princípio, não podem ser 'positivas'... Jamais... 

Reafirmo com isso, de entrada, a minha discordância em relação à Spike Lee, a preferência pelos argumentos de Freeman e Williams... Mas tenho muito a dizer, e tenho dito ao longo de intermináveis debates e em disputas; conformando um vasto repertório de argumentos e PRINCÍPIOS, e que permitem aqui, ampliar a discussão, e ilustrá-la com provas e comprovações, com fatos e evidências... Em minha tese:

As ditas 'ações positivas', como no caso das cotas raciais, não se sustentam por princípios, e nos levarão à resultados catastróficos em termos de Justiça, Virtude e Igualdade de Direitos... E pior, acentuaremos e reacenderemos a perniciosa e falaciosa questão racial... Qual e a tua raça, a minha a dele? Quem pode ser beneficiado pelas cotas, sou mais ou menos 'branco, preto', o que é ser pardo??? Por quê???

Vamos ao princípio, e aos princípios:

A sociologia está fundada em falácias, e de quebra, tem nos conduzido por um mar de maus entendidos históricos... Não existem raças, o que equivale a dizer que entre Spike Lee e você, existe certamente mais semelhança do que entre Spike Lee e Morgan Freeman... E foi Richard Lewontin quem PROVOOU isso, geneticamente... Não com palavras de ordem, não com 'questões de ordem', e jargões sociopáticos... "As diferenças genéticas entre os ditos elementos de uma mesma 'raça', escolhidos ao acaso, são muito maiores do que as diferenças médias entre raças", e ponto final...

Precisamos interromper os discursos e estudar, para estabelecer princípios... Outra falácia sociológica que aprofunda o problema é a crença de que o homem é produto do meio, ou uma espécie de "Tábula Rasa", que deverá ser integralmente escrita pela experiência... Nas palavras - equivocadas - de Durkheim, um dos baluartes da sociologia 'ominia cultura ex cultura', i.e., 'a cultura só pode ser explicada pelo fato cultura', ou a sociedade e seus desdobramentos só pode ser entendida pelos fatos sociais... Só que não é verdade... Falácia... Falta de estudo especializado...

Finalmente temos o caos rousseauliano, estabelecido pela falácia  do 'bom selvagem', ou a 'boa minoria'... Os menores e mais frágeis sempre estão certo, são bons, legais, etc... Não procede... As minorias são composta por indivíduos, que são diferentes entre si, bons, maus, justos, injustos, etc, sendo que a personalidade e o caráter é uma expressão pessoal... O anti-americanismo por exemplo é uma tremenda besteira... Assim como o endeusamente de tudo que carrega o prefixo 'afro'... A organização de tais indivíduos variados, promove um complexo bem ou mal sucedido, independentes de que haja um complô contra a sua existência... Ominia cultura ex hominem... Ou ex geografia... Importantes estudos nos remetem - além das características inatas - às característica geográficas e climáticas, como relevantes fatores para as características culturais de um grupo, depende da oferta de alimento, água, densidade populacional, e maior ou menos isolamento... O fisiologista Jared Diamond em sua magnum opus 'Guns, Germs and Steel [ 'Armas, Germes e Aço', infelizmente sem tradução no português] ESTUDA a questão de forma aprofundada...  Juntamente com outro estudioso - Sowell -, e a partir do estudo de 10.000 anos de História Humana, Diamond argumentou 'conclusivamente' que:

As sociedades humanas não nascem ao acaso e nem a partir de 'raças', mas sim do impulso humano e do engenho humano, decorrentes da genética e da neurofisiologia, e da capacidade utilizar o engenho e o conhecimento de outros humanos em combinação, para enfrentar e conviver com as vicissitudes da Geografia e da Ecologia... Um processo contínuo, contingente, convergente...

E lembrando ainda que culturas não são estáticas, são complexos que envolvem tecnologia, costumes, regras, de um determinado grupo, em constante transformação no tempo... Mais uma vez, em função da contingência e convergência cultural... De forma que não existindo raça tangível, nem fato histórico comprovado que justifique que indivíduos de hoje devam pagar por eventuais erros de ontem, precisamos buscar regras justas hoje, para não remendá-las novamente amanhã... 

Falar em regras justas, ou igualitárias, é diferente de propor resultados iguais, e condições iniciais iguais... Duas pessoas partindo de condições idênticas jamais chegarão ao mesmo resultado, mesmo que as regras sejam igualitárias... Pela biologia... E que depende, para o bom entendimento, do estudo abnegado da Genética, Etologia, Neurofisiologia, Psicologia Evolutiva e Antropologia... Somente gêmeos idênticos poderiam chegar a resultados próximos, em médio prazo, e isso se partissem das mesmas condições e estivessem submetidos aos mesmos desafios... Falo em resultados similares de performance, não iguais, nem pré-determinados... De forma que as características inatas tem mais importância do que sabe - ou se crê, pela sociologia -, e tem mais importância do que o meio social... Na verdade imprimimos nossas características genéticas sobre a cultura, e não o contrário, e depois nos realimentamos de cultura... 

Ações ditas 'positivas', na realidade são injustas e injustificadas, e estão baseadas em falácias, por princípio, de forma que jamais constituirão resultados positivos - de fato...

Então a Márcia Fernandes interpelou: "A escravidão foi uma falácia?"

Não Márcia, mas associar 'escravidão' com 'raça' é uma dupla falácia...

Assim como o Holocausto Judaico, o Massacre de Nakin, a bomba de Hiroshima, etc, também não... Devemos pensar em ações positivas para todos? Qual será o critério?

Mas explico porque 'associar 'escravidão' com 'raça' é uma dupla falácia':

Primeiramente o termo escravo vem de 'eslavos', normalmente loiros e de olhos azuis, que eram dominados ora por germânicos e ora por povos do mediterrâneo... Mas o terrível costume de 'possuir gente' - com era historicamente descrito - remonta aos primórdios da civilização e até bem antes disso... Sumérios, Egípcios, Babilônios, Chineses, Cretenses, Gregos, Assírios, Mouros, e principalmente os reinos do norte da África e África Atlântica, escravizavam pessoas... A prática era tão normal que os escravizados adotavam uma certa postura condescendente... Isso tudo é fruto de outras ignorâncias... A bíblia autoriza a escravidão, Platão e Aristóteles tratam de formatar o direito de escravizar, concordando entre eles que escravos - assim como mulheres e animais - não possuíam 'almas' - outra falácia, a dualidade corpo e alma...

Mas a escravidão no Brasil - por exemplo - começa com a dominação dos ditos povos e reinos 'negros' sobre dos ditos dominados 'negros', e os dominantes vendiam seus escravos aos portugueses... Assim funcionava.. O maior traficantes de escravos da África Atlântica foi Chachá, de origem dita 'negra'... Insisto no 'dita e dito' porque de fato não existe nenhuma sustentação REAL, factual e portanto em nossa biologia para tal... Seu Jorge e Neguinho da Beija Flor descobriram recentemente - em um estudo - que tem genética européia, enquanto Alcione se aproxima mais da genética dos povos da África... E Seu Jorge e Neguinho da Beija Flor tem a pele mais escura do que Alcione... Somos todos filhos de uma mãe africana, proveniente da África Oriental, e cujos filhos e netos, a cerca de 250.000 anos saiu para ver o mundo, e conquistá-lo....

A quantidade de melanina nada versa sobre o caráter, nem sobre a musicalidade, cultura, etc, estando tão e somente relacionada à proteção contra a incidência de luz ultravioleta... Tivemos tanto 'negros' quanto 'brancos', ou 'mais ou menos' negros e brancos, envolvidos - por exemplo - no tráfico de escravos... Negros como Chachá, o maior traficante de escravos da Africa Ocidental ou Atlântica, e seu genro, o famoso Zé Alfaiate...

Zé foi capturado ainda em sua tenra na juventude por outros negros em Angola e vendido a traficantes portugueses, transportado com requintes de sofrimento e humilhação, nas terríveis naus negreiras, ao Brasil... Em terras brasilis, e após extenso trabalho escravo, Zé foi alforriado por um 'branco' generoso - coisa rara, presumo -, decidindo portanto retornar à sua terra natal... Mas para quê? Para trabalhar como 'alfaiate'??? Não, Zé casou-se com a filha de Chachá e passou a cuidar do negócio do 'sogrão', 'capturando e traficando escravos negros'... Assim como contamos brancos lutando pela abolição da escravatura, também contabilizamos negros lucrando com tal negócio... Assim como podemos notar que a África, até hoje, e como nenhum outro continente, excede-se em trabalho escravo...

Voltando a Zé Alfaiate: Por volta de 1830, José Francisco dos Santos, escravo, sofrido, capturado e trazido da África, alfaiate de profissão, o "Zé Alfaiate", conquistou a sua liberdade... Enfim estava livre de um sistema que operava sobretudo no Congo e Angola, e onde negros capturavam outros negros, que eram negociados com os portugueses para vir ao Brasil executar trabalhos forçados... Enfim livre... Zé Alfaiate poderia então exercer a sua profissão, certo? Errado... 

Zé voltou para a mãe África e sabem pra quê? Para se tornar traficante de escravos... Um dos negócios mais lucrativos que havia por lá... Casou-se com a filha de Francisco Félix de Souza - ou Chachá -, um negro conhecido como "o maior vendedor de gente da África Atlântica"... Zé passou a operar o negócio do sogrão, mandando ouro, azeite de dendê e negros a toda parte - onde a pressão inglesa pelo fim da escravidão ainda não tivesse chegado... Zé escreve de próprio punho: 

"Por esta goleta [embarcação] embarquei por minha conta em nome do senhor Joaquim D´Almeida 20 balões [escravos] sendo 12 H. e 8 M. com marca '5' no seio direito. Eu vos alerto que a marca que vai na listagem geral é 'V seio' mas, como o ferro quebro durante a marcação, não houve então outro remédio senão marcar com ferro '5'"... 

Esta pérola da sandice humana, supera Aristóteles em imbecilidade escravagista, e assombra pelo desprezo ao ser humano... Todas as vezes que leio isso sinto arrepio pelo sofrimento alheio, seguido de indignação e revolta... Por que não fiz nada? Eu não estava lá, mas estou aqui, e posso fazer a minha parte hoje... Posso lutar e impedir qualquer tipo de opressão... Meto-me em confusões na rua, e pratico esta coerência, lutando contra injustiças de toda ordem... Mas é agora que pretendo dar o cheque mate, subtraindo força do grand finale: 

Você já pararam para pensar - claro que não - que podemos estar separando cotas para os descendentes de Zé Alfaiate e Chachá? A escravidão não foi um problema de raça...

O que pensar sobre grupos que enaltecem a 'Cultura Branca'? Somos todos humanos, demasiado humanos... Independente da quantidade de melanina em nossa pele... Essa é a Cultura Humana, a sua, a minha, a nossa...

Entre 1500 e 1800, e portanto no mesmo período em que vigou a escravidão no Brasil, estima-se que os reinos árabes do norte da África capturaram cerca de 1,5 milhões de escravos brancos - a maioria proveniente da costa mediterrânea...

Platão e Aristóteles - dois imbecis endeusados como filósofos - eram francamente favoráveis à escravidão, e a boçalidade de Aristóteles se destaca, e realmente me assombra um pouco mais a cada dia: 

"(...) algumas pessoas por natureza são escravos (...) É correto que os gregos governem os bárbaros, por natureza o que é bárbaro e o que é escravo são a mesma coisa (...) Pois que alguns devam mandar e outros serem mandados é algo não apenas necessário, mas apropriado; a partir da hora de seu nascimento, alguns são marcados para a sujeição, outros para governar. (...) Essa pessoa é por natureza um escravo que pode pertencer a outra pessoa e que só participa do ato de pensar por reconhecê-lo, mas não por possuí-lo. Outros seres vivos (animais) não conseguem reconhecer o pensamento; obedecem apenas os sentimentos. Contudo, há pouca diferença entre usar escravos e usar animais domesticados: ambos fornecem auxílio físico para fazer coisas necessárias.

E toda esta imbecilidade aristotélica, bárbara e ignóbil, falava em escravizar brancos - talvez alguns mongóis amarelos e árabes pardos... Os negros andavam um pouco distantes...

Em Sabará, segundo o Arquivo Público, no ano de 1830, haviam mais mulheres negras e pardas donas de escravos do que mulheres brancas: 

"229 morenas e negras com escravos, 223 mulheres brancas com escravos (...) em 1.811 casas, 776 eram chefiadas por pardos e negros (43%)

Em Serro Frio, a análise dos registros fiscais em 1738, mostra que: 

"22% dos 'proprietários de gente' haviam vivido em cativeiro (...) 63% deste grupo eram mulheres (...) os libertos possuíam em média 2 escravos, enquanto os brancos 5"... 

Em Campos dos Goytacazes, no final do século XVIII, um terço da classe senhorial era composta por "gente de cor"... O fenômeno, além de Minas e Rio, se repetia na Bahia e em Pernambuco... No Vilarejo de São Gonçalo dos Campos, próximo a Salvador, pardos e negros, possuíam 29% de todos os "cativos", contra 46,5% em Santiago do Iguape... 

Agora o choque: 

Zumbi - ou Zambi - tinha escravos!!! Muitos... 

O homem cuja data da morte marca, em nossos dias, a celebração da consciência negra, no século XVII capturava escravos nas fazendas vizinhas para que executassem trabalhos forçados no famoso Quilombo dos Palmares... Os escravos fugitivos que alcançassem o famoso quilombo eram considerados homens livres, mas aqueles que eram capturados - negros - em fazendas vizinhas, eram tratados como escravos... Percebam então, que a atrocidade da escravidão, em um mundo pré-humanista, era encarada com naturalidade, e não tinha relação direta com a cor...

Não havia uma cor para o opressor e uma cor para oprimido... Essa é uma retumbante falácia... E dizê-lo é bem diferente de negar que milhões de pessoas sofreram terrivelmente ao serem capturadas e comercializadas como objetos, como animais... Mas milhões de judeus também sofreram atrocidades, assim como milhões de pessoas foram mortas por Stálin, Hitler e Mao... Seus descendentes devem sofrer muito por isso... Poderíamos instituir um regime de cotas ainda mais abrangente, ou não instituir nenhum...

Negros alforriados, trabalhavam e ganhavam dinheiro com o negócio da escravidão, entre o Brasil e a África... O homem, 'dito civilizado', escraviza outros homens - brancos, amarelos, pardos, índios, negros - desde o início da civilização, a cerca de 15.000 anos... Este terrível quadro só foi alterado com o iluminismo e o humanismo, e agradeça aos ingleses, branquelos, por isso; um século depois da morte de Zumbi, e a 7.000 quilômetros de distância de Palmares... Agradeça também aos americanos, brancos, e à Declaração de Direitos da Virgínia de 1776, donde se lê no artigo primeiro: 

"Todos os homens nascem igualmente livres e independentes, têm direitos certos, essenciais e naturais dos quais não podem, pôr nenhum contrato, privar nem despojar sua posteridade: tais são o direito de gozar a vida e a liberdade com os meios de adquirir e possuir propriedades, de procurar obter a felicidade e a segurança."... 

Nem Aristóteles nem Zumbi pensaram nisso... Mas, o que a nossa sociedade democrática e republicana, o que eu e você, que jogamos o mesmo jogo constitucional, sujeitos aos mesmos impostos e leis, temos rigorosamente a ver com isso? Nós, que nunca manifestamos nenhum tipo de racismo, e não contribuímos para nenhum tipo de desigualdade? Entendam a escravidão, entendam a escravatura no Brasil, entendam a democracia, estudem, aprofundem-se antes de emitir opinião...

Somos todos humanos, demasiado humanos... Somos diferentes, individuais, mas decidimos viver em pé de igualdade - sem exceções... Não existe valor mais humano e civilizado... Exigir igualdade é uma manifestação do amor e da solidariedade... Lutemos contra toda sorte de desigualdades, comecemos por condenar as cotas raciais...

O que devemos aprender com a escravidão, com as exploração dos 'eslavos', com a ignorância aristotélica, com as atrocidades cometidas pelos reinos estabelecidos no Congo e Angola, com a carta de Zé Alfaiate - que particularmente me embrulha o estômago -, com os registros históricos do que foi a escravatura em todos os tempos e lugares, e afligindo todas as raças, e com a participação portuguesa no negócio, em particular no Brasil, entre os séculos XVI e XIX? A mesma lição que devemos tirar do Holocausto judeu, do leninismo e do stalinismo, do nazismo, e da Inquisição Católica, entre outras tragédias humanas... Devemos aprender o quanto a desigualdade foi opressora e cruel, para não repeti-la... Devemos aprender sobre os recentes valores da igualdade e respeito a vida...

A escravidão não foi um flagelo negro, foi um flagelo humano... 

Não podemos repetir os erros do passado, em uma espécie de desforra, sendo - hoje - desiguais; e favorecendo a uns e não a outros apenas pela cor da pele... Isso demonstra o grau de ignorância histórica e antropológica de nossos - nem tão nobres - magistrados, assim como sobre Genética e Neurofisiologia... Muito além da ignorância marxista e behaviorista, reside a verdade de nossa condição humana... Posso ter muito mais afinidade genética com um negro do que um negro com outro  branco... E isso porque em nossos 30.000 genes, muita coisa é dita além da produção de melanina...

Tenho duas filhas, uma considerada branca e outra considerada parda... E aí? Vamos acabar com o RACISMO da divisão e classificação por raças... Hoje, aqui e agora, JÁ, demonstrando que vamos em uma caminho mais elevado, e não pretendemos repetir os equívocos e atrocidades do passado... Somos todos filhos de uma mesma mãe africana, que há cerca de 200.000 anos pariu as mães das mães de nossas mães, e os filhos que deixaram a África Oriental para colonizar o mundo... Nesta viagem a cor de uns mudou... Esta não é a saga do orgulho negro... Esta é a saga humana - demasiado humana... 

Por tudo isso, e baseado em princípios, e por principio ético, e de igualdade de condições - e por que a vida e a história é um processo contínuo, sem culpados nem inocentes, como apregoa a novela das 20:00hs, que passa à 22:00hs, ou como define a sandice bíblica  - que sou contra medidas que beneficiem uns e prejudiquem outros, sob nenhum pretexto... À exceção - evidentemente - de indivíduos portadores de deficiências ou que apresentem - comprovadamente - necessidades especiais... A quantidade de melanina na pele não é deficiência nem requer cuidados especiais... É antes, bonito pra caramba, rsrsrsr... Uma linda vida - justa - a todos...

Carlos Sherman

P.S. : 
Não esqueçamos de estender os princípios pétreos de respeito à vida humana, à toda forma de vida...



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