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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Em Nome de Deus




Que a todos seja dito: não há mérito na fé. Não há condão de afeto ou inteligência no baú do “religare”. Não há martírio que justifique a chibata ou santo que avalize a mentira em forma de cruz. Não há sabor frutado ou de genuíno perdão, nas chagas nazarenas.

De fato, o verdadeiro gosto da religião é azedo. Com a ponta da lança, tabernáculos de preconceito e interruptores de homens-bomba, ela separa “cada um em seu quadrado”, como excreta o bordão da música asnática.

Masturbando-se em seu fundamentalismo, amparada por estacas embebidas em culpa e em cicuta, inseridas com seus pustulentos livros sagrados, mitômanos, contraditórios, eugênicos, bebendo, não do sangue do cordeiro, mas daquele derramado nas amputações perpetuadas com os facões cegos pelo ódio inconsútil dos padres católicos na África, em suas parafilias repugnantes, alimentando-se nos rituais pantagruélicos onde se empanturram, não do pão abençoado, mas da carne genital apodrecida, corolário funesto das infibulações islâmicas. No sulco aberto pela teologia esquizofrênica, rasteja remansosa sua “moral divina”, locomovendo-se qual réptil peçonhento, faminta por mais um devoto, por mais uma carcaça, por mais uma criança. Glorificando os apedeutas que se matam entre si, de forma habitual e draconiana, na desastrosa e patética disputa sobre o que não se pode saber ao certo.

Religião… Onde estavam seus hermeneutas e exegetas durante os 600 anos de orgias nos claustros?! Durante a forja das “damas de ferro”, que proliferavam nos “cachots” europeus?! Simplório maquinário, coadjuvante dos terços que eram contados concomitantemente aos orgasmos sagrados, oriundos dos infinitos sadismos inquisitórios? Onde se enfurnam hoje seus intérpretes? Porque não ajudam a recolher a pele e o plástico fundidos nas explosões, que avalizam com sua homilética febril? Néscios mártires do século XXI, que têm apenas seus dejetos como testemunhas, com seus ventres prenhos de Semtex, prontos a parir desolação e escravizar 72 virgens, vestidas de burca e medo. Onde se escondem seus mandatários inexcomungáveis?! Pedófilos enrijecidos pelo Viagra da puberdade, do viço e da inocência. Onde estão Jeová, Alá, Zeus, Osíris, Odin? Sentados em seus tronos, inertes, inescrutáveis, patéticos, bufões fantasiados de deuses, álibis de seus próprios pais……..os homens.

Hpcharles - Conexão Ateísmo

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