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domingo, 17 de março de 2013

Roberto 'Bola' das Neves... Um Imbecil à Solta...


Autoria: Roberto das Neves - vulgo Gilgamesh



Faz parte indissolúvel da Metodologia Científica o questionamento, a refutação de Hipóteses, o aprofundamento do Conhecimento, e a tentativa de 'Endereçar a Verdade'... No entanto, existem regras e boas práticas... Insultos, shows, falácias e truques, não estão entre tais práticas consagradas... E mais, as credenciais devem ser devidamente apresentadas quando subimos na escala de complexidade, o que certamente não é o caso aqui...

Já que não estamos em um debate científico, devo subir o tom, e responder ao 'apologeta do conspiracionismo científico', 'Sir.' Roberto das Neves, no tom escolhido por ele próprio... A ironia e o deboche... 

Aqui denomino o fanfarrão 'Roberto das Neves' - que também se auto-intitula 'Gilgamesh', em flagrante fantasia ficcional delirante -, e autor dos ataques contra Einstein, de Roberto 'Bola' das Neves, pela confusão causada, pelo 'embrólio' criado, pela 'bola de neve' de tropeços e falácias, pela linguagem e pelo lote de imbecilidades acachapantes deflagradas...

A acusações de 'RBN', além de infundadas e caluniosas, promovem um ataque 'Ad hominem', à figura humana e científica mais respeitável do século XX... 'Gilgamesh' assevera o deboche contra quem não pretendeu debochar de ninguém... Sua postura é doentia, seus escritos sobre Einstein denotam profunda ignorância sobre o pensamento de Einstein e sobre a Relatividade... Roberto não é Físico, e nem Matemático, e costuma vilipendiar tais disciplinas, em favor do que 'confusamente' chama de 'Filosofia'...

Trata-se de um desconhecimento tão infantil, que me leva a pensar que 'Bola' das Neves tenha estudado Matemática e Física com Olavo de Carvalho... A sua forma de discutir uma refutação científica é RELIGIOSA, desde o primeiro post ridículo... Roberto articula com a arrogância que somente os que ignoram a própria ignorância, em favor de APARECER, são capazes...

Li todas as asneiras que escreveu sobre Einstein, e perdi o meu preciso tempo... Trata-se de uma piada sórdida, e um exercício pseudo-científico, senão 'acientífico', mas que merecem resposta... E aqui está:

Conforme outro 'leitor', que você batiza 'fantasiosamente' de Koga, já havia notado:

"Caro Gilgamesh, sua postagem no blog apresenta muitos erros e impropriedades tanto históricos quanto científicos. Erros demais para citar de uma vez, é necessário corrigir praticamente cada linha do texto, por isso resolvi intervir. Ao divulgar ciência, tome cuidado, pois má divulgação pode ser mais danoso que nenhuma divulgação!"

E 'Koga' segue:

"Tomando um ponto central que foi abordado para começar: o que é energia e o que é matéria? A primeira coisa que temos que saber é que essas duas palavras não designam objetos físicos, mas propriedades. Pense, por exemplo, em cor. A cor não é um objeto é uma propriedade, desse modo é impróprio dizer que existe o azul ou o verde, podemos dizer que existem bolas azuis e folhas verdes. Do mesmo modo é impróprio agregar a uma propriedade de um objeto outras propriedades do objeto. Por exemplo, tabuleiro de xadrez possui regiões brancas e pretas, mas é impróprio dizer que o preto e o branco estão em lugares diferentes, pois localização é uma propriedade de objetos e não de cores."

[...]

"Com isso em mente, já podemos apontar alguns erros cometidos em seu texto e na discussão subsequente e também evitar novos caminhos errados. Matéria e energia não 'formam' nada, elas são propriedades de sistemas físicos e não objetos com existência independente. Erros comuns ligados a esse são considerar que existe 'energia pura' e confundir matéria com objeto físico. Outra impropriedade comum é considerar que matéria pode ser 'decomposta' (seja lá o que isso signifique no contexto) em energia ou que matéria é 'energia condensada' (idem ao outro par de parênteses)."

Muito bom, e 'Koga' segue resoluto: 

"Prosseguindo, poderíamos definir de forma precisa o que é energia e o que é matéria. Infelizmente isso não é tão fácil. Esses são dois conceitos fundamentais para a física e como tal não possuem uma definição completamente clara, coerente e que não dependa de argumentos circulares."

[...]

"A matéria pode ser mais fácil de se definir: é a propriedade do sistema que mede sua quantidade de inércia. Em outras palavras, a matéria é a massa inercial de um sistema que é definida pela segunda Lei de Newton:

m = F/a

A expressão acima define massa como a constante de proporcionalidade entre a aceleração que um corpo sofre e a força nele aplicada. O problema dessa definição é que ela depende de conceitos como inércia, aceleração, força etc, porém ela parece ser intuitiva por lidar com conceitos que experimentamos usualmente."

Afinal 'Gilgamesh Bola das Neves' também ridiculariza Newton - além do Big Bang, entre outras tantas questões complexas...

"A energia é mais complicado de se definir. Acho que a única definição clara é que ela é uma quantidade escalar que é conservada em qualquer transformação que um sistema possa sofrer e tem dimensão de Joules (kg*m²/s²). Um sistema pode evoluir de inúmeras formas o que reflete nas inúmeras formas que a energia pode assumir."

E 'Koga' segue paciente:

"O próximo passo, talvez seja entender o que de fato E=m*c² significa, mas isso seria meio longo, então deixo para próxima postagem!"

E o nosso doentio e arrogante autor, defende-se desta aula de conceito 'BÁSICOS', da seguinte forma 'malufiana':

"Agora, vamos à minha defesa em relação ao texto supracitado:
Primeiramente koga, vamos tratar sobre a cor, uma vez que você a utiliza, como demonstração para estabelecer os parâmetros sobre o que seriam: objeto e propriedade e, com esses parâmetros, enunciar que energia e matéria (massa), são propriedades e não objetos.
Você afirmou que a cor é uma propriedade do objeto. E citou como exemplo: bolas azuis, e afirmou que a cor azul é uma propriedade desses objetos. Vamos usar como exemplo, a seguinte frase: “a bola azul está no canto direito.”
Segundo você, não se pode dizer que: “A cor azul está no canto direito”, pois, a cor azul é apenas uma propriedade da bola, conforme você afirmou. 
Mas, o que é um objeto colorido, no caso, a bola de cor azul?
É um objeto que absorve a luz e reflete somente uma das faixas que compõe a luz, no caso, reflete a faixa azul da energia.
Você definiu que a cor é uma propriedade do objeto bola, mas essa definição está completamente errada. Independentemente de a bola estar ou não no canto direito, a luz, com todas as suas faixas, inclusive a azul, estará lá, iluminando aquele canto, continuará existindo de forma independente, a bola, é apenas um agente de interferência na energia, e, essa interferência é que é, uma de suas propriedades, e não, a cor. 
Se você colocar uma bola azul dentro de um ambiente onde há a total ausência de luz, a bola não terá cor, se ela não tem cor, a cor não é uma propriedade da bola. 
Percebemos então, quais são algumas das reais propriedades da bola azul em relação à luz: interferência, absorção e reflexão. 
Posso afirmar então, que a cor não é uma propriedade do objeto bola, mas sim, que a cor é o resultado da interferência de um objeto sobre outro objeto, no caso, a bola sobre a energia.
Podemos definir com exatidão, a relação desses dois objetos que interagem entre si: qual é o grau dessa interação, qual é o grau dessa interferência, qual é o grau dessa absorção, qual é o grau dessa reflexão, qual a localização dessa relação no tempo e no espaço, etc. 
Por isso, também, a sua afirmação de que não podemos dar uma localização para a cor, ao citar como exemplo, um tabuleiro de xadrez, está equivocada. Nós podemos localizar as cores brancas e pretas, pois a cor, como eu já expliquei, nada mais é, do que, o resultado do grau de interferência de um objeto sobre outro objeto, no tempo e no espaço.
Uma vez estabelecido que o seu conceito sobre cor esteja absolutamente equivocado, posso colocar em dúvida e estabelecer também, que o seu conceito de que energia e matéria, sejam propriedades e não objetos físicos, também é totalmente equivocado."

Trata-se de um truque desonesto, sofismático, clássico, uma tremenda 'Bola de Neve', um tremendo jogo de passar a bolinha de um copinho para o outro, e dizer: GANHEI... E este picareta segue, na cara dura:

"Primeiramente, eu consegui demonstrar, sem a necessidade do uso de fórmulas, que aquilo que você entende por propriedade de um objeto físico, (no caso específico, a cor) não é bem aquilo que você afirmou, as propriedades da matéria física existem, mas existem também, interferências de matéria sobre a energia, interferências da matéria em relação à outra matéria, e existem interferências entre energia e energia, que são tomadas erradamente como propriedades, sem serem de fato propriedades.
Você deve ter percebido que, no parágrafo acima, eu classifiquei a energia como um objeto físico, e tenho meus motivos para tal.
Prosseguindo, você afirmou que os conceitos em relação à energia e a matéria: “são dois conceitos fundamentais para a física e como tal não possuem uma definição completamente clara, coerente e que não dependa de argumentos circulares.”
Bem, não é por aí, você deve ter ficado dormindo em algumas aulas..."

Mas acontece que 'é por aí', e 'Koga' está certo... Gilgamesh, que adora debochar de Einstein por haver 'faltado às aulas', usa o mesmo artifício, enquanto só enrola, sem demonstrar absolutamente nada, enquanto espera que destruamos toda a Física Clássica e Moderna, e favor de sua esperteza...

E o cara-de-pau segue:

"Vamos então, partir do princípio.
O termo “massa”, em física, foi cunhado por Newton, e Newton disse que: “Massa é quantidade de matéria”.

ISSO ESTÁ ACACHAPANTEMENTE ERRADO:

Massa: a massa é uma medida direta da oposição que um corpo oferece à mudança em seu estado de movimento.

E o arrongante boçal segue falando merda atrás de merda:

Einstein, com sua fórmula E=M.c2, preconizou que energia e massa, são a mesma coisa.
Então, a energia e a matéria, são a mesma coisa?

NÃOOOOOOOOOO!!! São equivalentes, não iguais...

Foi a essa conclusão que chegaram um grupo de físicos, na década de 60 ao formularem a chamada “teoria Padrão” 
Pela teoria Padrão, a matéria nada mais é do que energia "congelada".
Segundo essa teoria:
“O proto-universo em seus primórdios foi submetido a uma condição de expansão.  Essa expansão promoveu uma queda de temperatura. Com a queda de temperatura, uma parte da energia contida no universo “congelou" dando lugar à matéria.”
Bom, o que é esse tal “congelamento”, afinal?
Até o momento do chamado: Big Bang, o universo não existia, o que existia era uma pequena região, onde todo o material energético (partículas) que originaria o universo (prótons, fótons, nêutrons, elétrons, quarks, neutrinos, etc, etc, etc, (lembra das pecinhas de polly?) estavam digamos “espremidas”.

NÃOOOOOOOOOOOO... 'Espremidas'??? No maravilhoso e intrigante processo, que conhecemos por Big Bang, e sob condições de exacerbada energia, e temperatura, os fótons, matérias de luz, ou a luz materializada, convertem-se espontaneamente em pares de matéria e anti-matéria; assim como confirmamos nos laboratórios de todo o mundo que prótons ‘criados’ também originaram os seus ‘anti-prótons’, então os nêutrons terão seu par ‘anti-neutron’... A existência em pares simétricos de matéria e anti-matéria é REAL, não sendo pois, obra de ficção científica, ou mera elucubração matemática ou mero constructo físico teorético... E o que ainda pode parecer mais ficcional, e ininteligível, embora contabilmente aceitável, é que matéria e anti-matéria serão em seguida aniquilados, um pelo outro, retornando à condição de fóton, e assim sucessivamente nesta ‘sopa de fótons’, vivendo nesta via de mão dupla, entre a ‘simetria’ matéria e anti-matéria, e a unidade do fóton, que mais uma vez será ‘dividido’ simetricamente, para para então sofrer aniquilação, repetindo e repetindo este processo de conversão, em perfeita sintonia com o que Einstein previu em E=mc^2... Mas, por algum motivo ‘ainda desconhecido’, inexplicado – e não, ‘inexplicável’ -, enquanto o Universo em expansão ‘esfria’, para cada bilhão de fótons em processo de conversão simétrica e antagônica entre matéria e anti-matéria, um destes fótons originará matéria sem originar a sua parceira, a ‘anti-matéria’... A simetria é portanto quebrada... E esta quebra de regras tem um impacto profundo sobre o Universo... E esta matéria ‘solteira’ passa a representar uma espécie de sobra, enquanto o processo prossegue, e enquanto o Universo esfria, atingindo um ponto em termos de energia, abaixo do qual os fótons já não poderão converter-se em em pares simétricos de matéria e anti-matéria... E quando as luzes se acendem ao final do ‘baile cósmico’, resultando no Universo que conhecemos, para cada bilhão de fótons, contaremos uma partícula de matéria, e o montante destas partículas corresponde à totalidade de matéria disponível em nosso gigantesco Universo – galáxias, estrelas, planetas, asteróides, etc, etc... Toda a matéria disponível, é resultante deste processo de conversão entre fótons e matéria e anti-matéria, enquanto o Universo ainda ‘ardia’, e conforme o processo foi ‘arrefecendo’, tal conversão foi permitindo quebras, e estas quebras de simetria originaram a estrutura material de todo o Universo, de todo o Cosmos... Hoje, em nossa tênue e ‘tardia’ existência, medimos as forças que sustentam e justifica tal universo, forças que foram geradas de outras interseções de forças, e que parecem haver saído do nada...

Por causa das fortes temperaturas, da forte força gravitacional, que existiam devido à extrema concentração de todo esse material energético em um único ponto, essa energia livre, essas partículas, não conseguiam se “montar” em átomos.
Então, quando ocorre a expansão desse ponto concentrado, (expansão essa que ainda não se conseguiu explicar a causa), todo esse material é ejetado, formando o proto-universo, e à medida que se expande, cria o seu próprio espaço, com essa expansão, a alta temperatura das partículas cai, permitindo que parte dessas partículas comece a se montar, formando os primeiros átomos (os mais simples) como, por exemplo, hidrogênio.
Esses átomos então, se concentram, por causa da força da gravidade, formando as primeiras estrelas gigantes, que, por causa de seu gigantesco tamanho, tem uma vida curta.
Dentro dessas estrelas, os átomos de hidrogênio, são “transmutados” em outros tipos de átomos, um pouco mais complexos, e pequenas quantidades desses novos átomos são então, ejetados para fora das estrelas.
Quando essas estrelas chegam ao final de sua curta vida, elas explodem, pois, começaram,à partir da criação de átomos de silício, (que é o último material que a estrela forma por fusão espontânea), a criar átomos de ferro, mas, para a estrela continuar a fusão, transmutando o ferro em outro material, seria necessário absorver energia, em vez de liberar energia, nesse momento, a estrela colapsa e explode.
Quando ela explode, ocorre uma super nova, ejetando todo o material para o espaço, esse material ejetado se junta, formando moléculas, que darão origem aos primeiros planetas, e os átomos mais simples se juntarão, dando origem a novas estrelas de menor porte, e temos então, o universo que conhecemos.
Vamos ver agora, outras propriedades da energia.
Planck postulou que a energia não se propaga de forma contínua, mas sim, através de quantidades pequenas, mas finitas, que denominou de quantum.
Ora, então podemos afirmar que o quantum, é uma propriedade da energia.
Podemos afirmar também, que o calor, é uma das propriedades da energia, ou seja, sem energia, não existe calor.
Então, se podemos apontar as propriedades da energia, ela também é objeto, e não uma propriedade.
E, como diz a teoria Padrão, (e, não fui eu que a criei) a energia e a matéria são de fato, a mesma coisa, ou, trocando em miúdos, a energia e a matéria são formadas por partículas, partículas são objetos físicos, que se encontram, em dois estados diferentes, no caso da energia, estão em movimento e, no caso da matéria, estão em movimento estacionário. 
Então, caro koga, além de apontar o seu erro conceitual referente à cor, também apontei, os seus erros conceituais, ao afirmar que energia e matéria são propriedades e não objetos.
Se, energia e matéria são dois conceitos fundamentais da física, elas precisam sim, possuir uma definição completamente clara.
Mas, “péra” aí! Essa definição já foi dada pela teoria Padrão, tá lembrado dela?
Então, como você pode afirmar que matéria e energia são dois conceitos difíceis de entender e que não existe um consenso entre os físicos sobre o assunto?

Ridículo, circense...

Os conceitos são bem claros e eu te demonstrei!
Ou você dormiu nas aulas, ou você ou a escola em que você estudou, parou no tempo na década de 1950, e não acompanhou o desenvolvimento da física, ou então, você é um daqueles físicos teóricos xiitas que, ao abraçarem a física quântica de modo tão religioso, deixaram de lado o mundo real e passaram a viver em um mundo lúdico, com portas e janelas fechadas para a realidade. Onde viagens na maionese são “comprovadas” pela criação de fórmulas matemáticas. Para esses físicos, fórmulas matemáticas é que são reais e a realidade que vemos e sentimos para eles, não existe.

Ridículo... Vejam isso:

Fórmulas matemáticas criadas, dizem aquilo que nós queremos que digam e não necessariamente, dizem a verdade.
Então fica a questão, devemos acreditar na física viagem na maionese inaugurada por Bohr e seus cupinchas, ou temos o dever de buscar outras alternativas mais concatenadas com a realidade?
Eu opto pela segunda!

Múltipla escolha!!! Eu opto por essa e você??? Opte por aquilo que quiser, por fantasiar que se chama 'Gilgamesh', que é um enviado dos céus, genial, e que pode solapar toda a Física com 'truques'...

Agora koga, falarei sobre o que você considera erros históricos.
Minha intenção ao escrever o texto, jamais foi que ele fosse uma cópia histórica fiel dos eventos ocorridos, pois tal coisa, já se encontra escrita em centenas de livros sobre a história da ciência. 
O que você chama de erros históricos, eu encaro como licença poética, para explicar de forma bem humorada e curta, no que se transformou o estudo da física, baseado no que Einstein já havia preconizado sobre os físicos, se adotassem sem ressalvas, a interpretação de Copenhagen, ocorrida na convenção de Solvey, em 1927.


Isso tudo é tão doentio, e decorre de uma boçalidade munida com tamanha arrogância, que me embrulha o estômago... Saber que pessoas como este cara estão lá fora, tornando o mundo pior, e mais confuso, em seus delírio, realmente me preocupa...

Gilgamesh, o seu solipsismo é aterrorizante...

Este tal "Bohr e seus cupinchas", e Niles Bohr, Prêmio Nobel de Física de 1922... Mas vamos lá, ladeira abaixo com "a Dilatação do tempo, o grande engano de Einstein", segundo o nosso 'gênio':

Autor: Roberto das Neves
Dilatação do tempo, o grande engano de Einstein.
Como assim, grande engano?
Não é justamente a dilatação de tempo prevista por Einstein, que demonstra, por exemplo, o problema dos GPS's não funcionarem em sincronia entre os satélites em órbita e as estações de transmissão, e por isso, ele criou uma fórmula para corrigir esse tipo de problema?

SIM, É, E NINGUÉM EM SÃ CONSCIÊNCIA TEM A CARA-DE-PAU OU ESTUPIDEZ DE QUESTIONAR ESTE 'FATO'!!!

Mas, já nos dizia Camus, 'A ESTUPIDEZ INSISTE, SEMPRE'... E ele haveria de insistir...

Deem uma boa olhada, na fórmula abaixo, na verdade ela não foi criada por Einstein, mas sim, por Lorentz, e é usada entre outras coisas, para as devidas correções na sincronização da comunicação entre os satélites e as torres de retransmissão para manter os GPS's em sincronia:

E apresenta umas fórmulas manuscritas das Transformadas de Lorentz, fazendo jogo de cena, em meio ao seu Circo Pseudo-Científico, como se fossemos nos debruçar para checar as Equações de Lorentz... Ridículo...

A Fórmula está absolutamente...
CORRETA!
Bom, se a fórmula está correta, onde estaria então, o grande engano?

Eles está tentando nos convencer de que as correções nos GPSs não decorrem da Relatividade e sim das Transformadas de Lorentz, mas isso não é verdade... Na realidade, Einstein resolveu um impasse com a sua interpretação das Transformadas de Lorentz, permitindo que as equações de Maxwell se mantivessem inalteradas, já que podiam ser devidamente corroboradas em laboratório, e estavam - e ainda estão - consagradas...

O grande engano de Einstein está na dedução feita sobre o resultado experimental da fórmula, dedução essa, que o levou a criar toda a estrutura de sua teoria sobre o espaço/tempo.

Rsrsrsrsr, ai ai...

Einstein foi enganado pelos sentidos, e isso não é culpa dele, só que esse engano, causou um efeito em cascata sobre toda a formulação que originou a suas teorias da relatividade geral e restrita, e gravitação.
Para explicar detalhadamente onde está o erro, é necessário relembrar, o que levou Einstein a formular sua teoria da dilatação do tempo, baseando-se na Fórmula de Lorentz... Agora que você relembrou como e porque Einstein chegou às conclusões relativas à formulação da dilatação do tempo, vamos, através de experimentos imaginativos,  didaticamente, apontar o engano e explicar a causa correta.

Devo adverti-lo de que isso será 'abaixo da linha da imbecilidade':

Experimento 1:
Imagine que você está em uma enorme planície gramada e verdejante.
Imagine agora que existe, a uns 10 metros de distância, no lado direito dessa paisagem, uma árvore.
Imagine agora, no lado esquerdo da paisagem, a uns 100 metros de distância, outra árvore.
Agora, imagine bem no meio dessa paisagem, entre as duas árvores, uma terceira árvore, só que esta, está a um quilômetro de distância.
Finalmente, atrás dessa terceira árvore, imagine uma montanha que está a 10 quilômetros de distância.
Você não percebe, mas é exatamente assim, que as imagens se formam, de modo sequencial em nossas retinas e essas imagens são enviadas e administradas pelo cérebro, para criar a ilusão que estamos vendo tudo instantaneamente.
É assim que observamos tudo o que acontece no nosso dia a dia, acreditamos que o que vemos é instantâneo.
Quase todos os objetos que existem no planeta, dependendo de seu tamanho, podem ser vistos, porque refletem a luz emitida ou refletida do nosso sol ou através de luz artificial.
A questão é que a luz, não é instantânea, a luz viaja a uma velocidade determinada e é igual, em todas as direções.
E essa velocidade, como todos sabem, é extremamente grande, cerca de 300.000 km por segundo.
Só que, como você está, no caso da paisagem, em um ponto de referência fixo, a imagem gerada pela reflexão da luz de cada um dos objetos que você vê, chega aos seus olhos, em  tempos diferentes, pois esses objetos estão a distâncias diferentes do observador.

Quanta merda...

Logicamente, esses tempos têm diferenças quase imperceptíveis em microssegundos, mas você pode fazer um cálculo sobre distância e velocidade, tendo você como referencial para comprovar isso, cada um dos objetos contidos nessa paisagem imaginária, forma-se em sua retina por meio da luz, em um tempo diferente, pois cada objeto está a uma distância diferente, mas a construção completa da paisagem criada pelo nosso cérebro é sentida como sendo instantânea.
A evolução adaptou nossos olhos e cérebros, para não percebermos essas micro diferenças entre velocidade e distância, acreditamos que tudo está sendo visto de forma instantânea, não importa as distâncias em que se encontrem os objetos do referencial, que no caso, são os nossos olhos.
Agora, vamos complicar um pouco mais o experimento, acrescentando mais detalhes na sua paisagem criada pelo pensamento:
Imagine agora, que, entre a terceira árvore e a montanha, a cerca de cinco quilômetros de distância de você, exista uma linha de trem, e exatamente nesse momento, esteja passando um trem.
Em um dos vagões do trem, está instalado um grande relógio atômico, que está calibrado e exatamente em sintonia precisa, com um relógio atômico que está em seu pulso.
Você olha os dois relógios ao mesmo tempo, e percebe que o relógio do trem está alguns microssegundos atrasado.
Você automaticamente, pensa que existe uma dilatação do tempo, pois foi isso o que lhe ensinaram durante toda a sua vida acadêmica...
Na verdade, o que realmente acontece, é que a distância entre você e o trem, é que causa essa aparente dilatação do tempo.
A imagem do relógio do trem chega com atraso, pois a imagem é um reflexo da luz, e a luz não é instantânea, ela precisa percorrer cinco quilômetros de distância, até chegar aos seus olhos, enquanto que, a imagem do seu relógio de pulso, percorrerá a distância de 30 centímetros até chegar aos seus olhos.
O cérebro recebe as milhares de informações recebidas pelos olhos e as transforma em imagens perceptíveis, ou seja, adapta as informações, para que tenham sentido. 
Quando você olha ao mesmo tempo para os dois relógios, o que você imagina ser dilatação do tempo é nada mais do que distâncias diferentes entre os objetos e o referencial, no caso, você.

E seguimos com este joguinhos infantis, como se toda a comunidade científica, e Física, você povoada por imbecis, ingênuos, bobos, 'devotos de Einstein'... Mr. Gilgamesh, não se lembra que todos estariam dispostos, a trucidar Einstein para ganhar o Nobel... Só que suas conjecturas são tão absurdas que chegam a ser imorais... Roberto das Neves só faltou dizer a 'marca do relógio atômico'... Ou seja, tudo se resume ao fato de que a luz levou um tempo para atingir a retina de Einstein, e assim ele, e toda a humanidade, durante 100 anos de profundos avanços tecnológicos, permaneceu em profundo engano...

E ele tripudia:

Brinque com essas e muitas outras possibilidades, quanto mais você brincar, mais rapidamente você perceberá que a dilatação do tempo não existe.
A natureza não tem mistérios, mas, digamos que a natureza é marota e pregou uma peça do tamanho de um trem em Einstein, e Einstein, vendeu gato por lebre, ao acreditar que essa peça era verdadeira.

É tudo uma questão de 'bom humor', 'uma natureza marota'... Vejam isso:

Mas, talvez, o que está faltando na Física hoje, é aquele antigo caráter de bom humor que o Einstein possuía,  que dá ao físico teórico a liberdade necessária para brincar com fórmulas consagradas, de pensar criativamente e filosoficamente para encontrar possíveis falhas nas deduções dessas fórmulas e a coragem necessária para corrigir as deduções prévias e criar novas deduções e teorias.

E a boçalidade se diverte, com 'humor sarcástico':

Enquanto isso, repense sobre todas as teorias formuladas por Einstein, relacionadas à relatividade, gravitação, quântica e “otras cositas mas”, e admita, não sabemos absolutamente nada de realmente concreto sobre o funcionamento do universo, somos insetos com mania de grandeza, constantemente enganados pelos nossos cinco sentidos, mas mesmo assim, precisamos, ainda que, com nossos parcos e limitadíssimos recursos intelectuais e sensitivos, pensar novas ideias e testar novas teorias urgentemente e não ficarmos atrelados a velhas teorias unanimemente tidas como "comprovadas" ...

Aquente um pouco mais:

Então, após o exposto, chegamos às seguintes conclusões:
A Fórmula de Lorentz funciona?
Sim. Funciona e é usada hoje, entre outras coisas, para o ajuste dos GPS's.

Não é verdade, Einstein compatibilizou a Transformada de Lorentz com as Equações de Maxwell... 

Agora é a minha vez:

A fórmula da contração dos comprimentos já era conhecida antes de Einstein, é verdade, e tendo sido proposta independentemente por dois cientistas em 1890: o irlandês FitzGerald e o holandês Lorentz... Por isso, hoje é conhecida como fórmula de "contração de Lorentz-FitzGerald"... Mas a interpretação que eles lhe atribuíram era radicalmente diferente da de Einstein, que obteve a mesma fórmula em 1905... Para Lorentz e FitzGerald, a contração do comprimento era uma contração material, resultado de uma modificação na estrutura da matéria que compõe um corpo... Eles acreditavam que ela resultasse de uma diminuição da distância entre os átomos ou moléculas que formam o corpo, devido a suas interações com o suposto 'éter' através do qual o corpo estaria se movendo com uma determinada velocidade u... E isso está ERRADO... 


"A teoria da relatividade restrita ou especial foi publicada em 1905 por Albert Einstein. Antes dessa data, o movimento de corpos em relação a referencias inerciais era determinado pelas transformações de Galileu (ALONSO, 1972). Sendo o estado de movimento de um corpo (movimento ou repouso) determinado a partir da primeira de Lei de Newton que define o referencial inercial. Por outro lado, Hendrik Lorentz comprovou que as equações de Maxwell, que tratavam do eletromagnetismo, não se comportavam 
de acordo com as transformações da mecânica clássica (TIPLER, 2001), quando mudava o referencial (por exemplo, quando o mesmo problema físico era visto por dois observadores, que estão se movimentando uniformemente em um em ralação ao outro). 
O nome restrita ou espacial tem sua origem, ai pois trata apenas de sistemas onde não se leva em conta a existência de campos gravitacionais, referenciais não inerciais. 
Einstein buscou motivação para elaborar a relatividade restrita a partir das leis de Newton, que adotam o espaço e o tempo como sendo os mesmos para diferentes observadores de um mesmo fenômeno físico. Bem antes da relatividade restrita, Lorentz adotou a teoria do éter, onde existiria certa redução física de um corpo (contração de Lorentz) e um aumento ou contração do tempo (dilatação do tempo), sendo assim, surge a idéia que o tempo e o espaço deixariam de ser absolutos e passariam a ser relativos. 
Logo a hipótese proposta por Lorentz em relação ao éter, sugeria que todos os corpos estariam imersos em um fluido imaginário, mas não duraram por muito tempo, experimentos como o de Michelson-Morley e da aberração das estrelas de James Bradley (TIPLER, 2001), apresentaram fortes argumentos contra a idéia do éter. Essa foi 
uma teoria de contradição de Lorentz, pois, dessa forma voltava-se para física Newtoniana, quando as velocidades eram muito menores que c, cairiam novamente na mecânica clássica. 
Partindo das hipóteses apresentadas no parágrafo acima Einstein usou as transformações de Lorentz, para descrever perfeitamente os resultados experimentais. 
Assim, Einstein derivou as equações das duas hipóteses: a constatação de que a velocidade da luz é constante e de que todas as leis físicas sejam iguais em todos os referencias inerciais para diferentes observadores; daí veio o titulo original de teoria dos invariantes. Posteriormente, Max Planck sugeriu o termo relatividade, para dar ênfase à relatividade entre observadores movendo-se entre si. 

Para Einstein, o 'éter' simplesmente não existe e a contração ocorre nas medidas realizadas, ela é uma conseqüência da relatividade das medidas de distância, realizadas em dois diferentes referenciais que se movem com velocidade relativa u... 

Acho que Gilgamesh, além de não entender patavinas sobre Relatividade, não quer entender a Mecânica Quântica, e prefere reviver o 'éter' aristotélico...

Brinque 'Bola' das Neves, brinque...

A Explicação de Einstein, sobre o porquê da Fórmula de Lorentz funcionar, está correta?

Sim... E comprovamos isso todos os dias de nossa vida...

Não, está absolutamente incorreta, Einstein não leva em conta, a distância entre os referenciais,  para ele, a luz age de forma instantânea, não importando a distância que o objeto que reflete a luz esteja do observador ou referencial, mas, todos sabemos que a luz tem um limite de velocidade, ela não é instantânea  e os experimentos apontam para a explicação correta e lógica.

Que piada, e claro que é considerada, embora não demonstre absolutamente nada, e não implique em nada, e não modifique nada, e não afete nada...

Estranhamente, Einstein deturpa a sua própria lei sobre a velocidade da luz, para introduzir o conceito de dilatação do tempo, conceito esse, necessário para validar sua teoria de tecido espaço/temporal.
E o tão "afamado" experimento de Hafele e Keating, será que realmente prova alguma coisa?

Claro que SIM... Ridículo, rsrsrs, trata de invalidar uma PROVA, assim, do nada...

"Li seu texto mas infelizmente tenho que discordar de suas conclusões. A dilatação do tempo já foi corroborada por vários experimentos diferentes. Em seu exemplo do relógio atômico no pulso do observador e o outro a bordo do trem, depois da viagem se colocarmos os relógios lado a lado, aquele que estava no trem vai estar atrasado em relação ao que estava em repouso. 
Para informações detalhadas sobre um tipo de experimento como esse, sugiro dar uma olhada no experimento de Hafele-Keating."



Autor: Roberto das Neves - vulgo Gilgamesh

Mas já sabemos que a Estupidez persiste... 

Contração do Comprimento e do espaço, o segundo grande engano de Einstein.
Autor: Roberto das Neves
Conclusão final de Einstein:
“Assim, o comprimento do bastão medido em movimento está contraído quando comparado à medida do comprimento em repouso.”
Uau, puxa, que legal...

O comprimento medido, para um objeto em movimento, é sempre menor do que o comprimento do mesmo objeto, quando medido por um observador em repouso relativo ao mesmo... E essa contração do comprimento ocorre sempre com a dimensão que é paralela à direção do movimento...

1. Primeiro postulado (princípio da relatividade)
As leis que governam as mudanças de estado em quaisquer sistemas físicos tomam a mesma forma em quaisquer sistemas de coordenadas inerciais.

Nas palavras de Einstein:

"...existem sistemas cartesianos de coordenadas - os chamados sistemas de inércia - relativamente aos quais as leis da mecânica (mais geralmente as leis da física) se apresentam com a forma mais simples. Podemos assim admitir a validade da seguinte proposição: se K é um sistema de inércia, qualquer outro sistema K' em movimento de translação uniforme relativamente a K, é também um sistema de inércia."

Tem um pequeno grande probleminha aí.
O erro de Einstein está na sincronização dos relógios.
Todos os relógios foram sincronizados em um mesmo local, ou seja, todos eles estão marcando o mesmo tempo local que englobaria toda a estação como um  único tempo local, e um dos relógios é eleito como relógio referencial.
Só que, os relógios foram distribuídos ao longo da estação.
Se eles foram distribuídos ao longo da estação, cada local em que eles foram posicionados torna-se um tempo local, pois ao se eleger um primeiro relógio como referencial, todos os outros relógios estão, cada um, a uma distância diferente desse primeiro relógio eleito como referencial, eles então, deveriam estar sincronizados com o relógio eleito como referencial, novamente, pela seguinte equação:
Ao se aplicar esta equação que sincroniza os relógios, de acordo com as distancias em que cada um se encontra do relógio eleito como referencial, verifica-se como resultado final, que o comprimento do bastão medido em repouso, é exatamente igual ao comprimento do bastão medido em movimento.
Trocando em miudinhos: Não existe contração do comprimento ou do espaço.

É um fanfarrão... Como classificar um cara como esse???

A grande mancada de Einstein, é que ele enuncia que não existem referenciais privilegiados absolutos, mas, para as medições, ele sempre aponta um referencial privilegiado absoluto, como ponto de partida para essas medições. 
Agora, sabe o que é mais chocante nessa história toda?




Esse experimento mental de Einstein, para "comprovar" que a matéria se dilata, JAMAIS foi testada, jamais saiu do papel!
Nunca em nenhum tempo, desde que a teoria foi formulada, alguém fez o experimento e analisou os dados, para comprovar ou não essa hipótese.
No entanto, em todos os livros de Física, se apresenta o "resultado" experimental  como algo líquido e certo, como se tivesse sido realmente testado e comprovado! 

Isso é falso, como veremos...

E, aguardem, para os próximos meses:
O paradoxo dos gêmeos, o terceiro grande engano de Einstein:
O Fóton não tem Massa? O Quarto grande engano de Einstein:
O tecido espaço/temporal, o quinto grande engano de Einstein...

Desembainhei:

Roberto das Neves, você tem um GPS??? Funciona??? Agradeça à Relatividade... Então use para localizar-se, afinal, você não poderia estar mais perdido... Ou consulte um neurologista... No nível do seu devaneio, a segunda opção tem resultados mais efetivos...

“... Atualmente, a maior parte dos aparelhos receptores GPS comprados em lojas pode detectar sua posição com precisão de cerca de 15 metros. Precisão de menos de 30 metros, observa o físico NeilAshby, da Universidade do Colorado, em Boulder, certamente significa que o receptor GPS incorpora a teoria da relatividade. "Se não se levasse a relatividade em conta, então os relógios usados lá não estariam sintonizados com os relógios aqui embaixo", comenta Clifford M. Will, físico da Universidade de Washington. Segundo a teoria da relatividade, relógios atômicos no espaço, movendo-se a 14 mil km por hora, como os do GPS, atrasam cerca de 7 microssegundos por dia em relação aos estacionários, calcula Will. A gravidade, no entanto, exerce efeito relativista maior sobre o andamento do tempo. A uma média de 20 mil km de altura, os satélites GPS experimentam um quarto da atração gravitacional que teriam no solo. Como resultado, os relógios a 
bordo rodam mais depressa em cerca de 45 microssegundos por dia. Portanto, é preciso levar em conta um desvio geral de 38 microssegundos no GPS. "Se não houvesse uma compensação de 
freqüência nos satélites, seria acumulado um erro de 11 km/dia", explica Ashby. (Na realidade, os efeitos são mais complicados, porque os satélites seguem órbita excêntrica, viajando mais perto da Terra em certas ocasiões e mais distante em outras)...” 

Bem vindos à 'Ilusiolândia' de Roberto das Neves... Por quê tanta ironia??? Por muito motivos, mas em especial pela foto de Einstein com nariz de palhaço, pela montagem com Galileu reclamando com Einstein: 'você não estudou???' E pelo soberba e arrogância com que vomita absurdos como 'o maior erro de Einstein', 'o segundo maior erro de Einstein'... Você não passa de um 'palhaço sem circo'... Ou uma lunático sem medicação.... Dispenso e rejeito todo o lixo sofismático e apodítico de seu showzinho vazio, uma espécie de 'Buzina do Chacrinha Pseudo-Científica', tendo Olavo de Carvalho como apresentador... 

Mas vamos aos fatos:

Só um 'tira-gosto', um primeiro exemplo, entre uma montoeira interminável: 'Já ouviu falar no fenômeno relacionado ao período de  precessão do periélio de Mercúrio???' Não??? Mercúrio amarga um incremento de '43 arcos segundos' em sua precessão por século, devido a efeitos relativísticos, relacionados à intensidade do campo gravitacional do Sol, que é muito forte na região correspondente à órbita de Mercúrio... Este fenômeno permaneceu inexplicado até que Einstein o esclareceu minuciosamente... Mas isso é besteira, como verá... Serviu apenas para cutucar sua ignorância...

Isso porque Einstein ganhou o Nobel com e Max Planck, por trabalhos relativos ao efeito fotoelétrico, demonstrando que a constante formulada por Planck era de fato Universal...  Isso bastou para inspirar Niels Bohr no desenvolvimento do seu modelo atômico, que teve como conseqüência direta o surgimento da teoria quântica - da qual Einstein posteriormente se afastaria... Mas por outro lado, despertou o 'Gilgamesh' adormecido em Robert Millikan, que perdeu  11 anos de sua vida tentando provar que Einstein estava errado... Até capitular em 1916, publicando um artigo mostrando que a teoria do efeito fotoelétrico estava efetivamente correta... Mas ele não escrevia blogs, ele realmente via motivos para tal aprofundamento... E é disso que se trata a atitude científica - tomar ciência... 

Ironicamente, o trabalho de Millikan seria consagrado pela história da ciência como a mais precisa determinação experimental da constante de Planck, e por isso ele também levou um Nobel... Paul Dirac partiu da teoria da relatividade restrita para demonstrar a existência do spin do elétron, conhecida como teoria relativística para o elétron... As implicações deste feito são Gigantescas - ou 'Gilgameshicas'... Uma das muitas conseqüências imediatas da teoria de Dirac foi a previsão do pósitron, uma partícula positiva com massa igual à do elétron, experimentalmente observada em 1933 pelo norte-americano Carl Anderson (Nobel de Física de 1936)... A emissão de pósitrons é atualmente utilizada em tomografias... 

Espero que você não necessite de uma, afinal os devaneios expressos em seu blog, e de maneira debochada, normalmente denotam severos problemas neurais... Ou você estudou Física com Olavo de Carvalho... Mas se precisar de uma tomografia agradeça à Relatividade... As aplicações relativística de Dirac impulsionaram de sobremaneira os estudos que resultaram no desenvolvimento da física de semicondutores que, por sua vez, originou a indústria eletrônica... Ou seja, agradeça à Relatividade por estar expressando os seus devaneios 'cósmicos' valendo-se de uma computador... E agradeça também à Relatividade pela Internet... 

As contribuições à Física Nuclear são igualmente cavalares, pela notória equivalência entre a massa e a energia de um corpo... Você gosta de Música??? Agradeça à Relatividade... O 'LASER' - Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou “Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação” -, presente em toda as áreas da vida moderna, de consultórios médicos e odontológicos à indústria, de leitores de CD e DVD à 'apontadores' de conferencistas, até espetáculos pirotécnicos em Shows e Concertos; foi inventado no início dos anos 1960, mas a possibilidade teórica da sua fabricação só surgiu a partir de um artigo publicado por Einstein em 1916 - hoje conhecido como o 'artigo dos coeficientes A e B'... Einstein, esse cara que você ridiculariza em seu blog, colocando um 'nariz de palhaço', enquanto vilipendia, do alto de sua 'gilgameshica' ignorância...

A propósito, um dos últimos trabalhos de Einstein relacionado com a mecânica quântica começou em 1924, quando 'o jovem e até então desconhecido físico indiano Satyendra Nath Bose', pediu à ajuda do voluntarioso Einstein para publicar um artigo que havia sido rejeitado pela revista inglesa Philosophical Magazine... A 'Filosofia' atrapalhando outra vez... Mas este é outro papo, sigamos... Tratava-se de uma elegante dedução da lei de Planck, o que motivou Einstein a traduzir para o alemão e recomendar sua publicação na 'Zeitschrift für Physik'... Em uma nota de tradutor, Einstein escreveu: “O método aqui utilizado também é útil à teoria quântica do gás ideal, como analisarei em outro lugar com mais detalhes”... No ano seguinte, ele cumpriu a promessa e ampliou a estatística quântica de Bose, dando origem ao que hoje conhecemos como estatística Bose-Einstein... Você tem ideia do impacto deste trabalho para a Física moderna??? Claro que não... 

Então vamos esclarecer: "No seu artigo, Einstein concluiu que, se a temperatura de um gás baixar suficientemente, parte das suas moléculas vão para um estado de energia nula (ou quase nula). Posteriormente esse estado físico passou a ser denominado condensado Bose-Einstein. A primeira conseqüência interessante é que, nesse estado, podemos observar fenômenos quânticos em escala macroscópica, um sonho de qualquer estudioso da física. Experimentalmente isso foi obtido em 1995 e, pela façanha, seus autores ganharam o Nobel de Física de 2001." 

Finalmente, chegamos à relatividade geral, uma teoria tão complexa que, na época de Einstein, costumava-se dizer que não havia mais do que uma dúzia de privilegiados capazes de compreendê-la... E certamente este não é o seu caso... Mas entre as muitas validações comprovadas da Relatividade Geral estão as várias previsões de eclipses totais do Sol ´inclusive observadas a partir da cidade cearense de Sobral... Refiro-me à curvatura de um feixe de luz ao passar nas proximidades de um corpo de grande massa, como o Sol... 

Começamos pelos GPS, impossíveis sem a Relatividade... Cálculos derivados das teorias da relatividade geral e restrita de Einstein permitem corrigir erros nos relógios atômicos dos satélites do sistema de posicionamento global (GPS)... Os satélites que fornecem os dados orbitam a uma altura de 20 mil quilômetros... Os dados enviados para os aparelhos de GPS baseiam-se essencialmente em distâncias e tempos... Os relógios atômicos presentes nos satélites sofrem efeitos devidos ao campo gravitacional (o tempo passa mais rápido) e à velocidade do satélite (o tempo fica mais lento)... Se não houvesse essa correção, cujo cálculo depende das teorias da relatividade geral e restrita, o GPS poderia apresentar um erro de aproximadamente 11 quilômetros por dia... Acho que todos estariam mais perdidos do que 'você', ao desafiar toda a Física Moderna... 

Depois de tudo isso, não deve causar qualquer surpresa o fato de Einstein ter sido eleito a personalidade do século 20 pela revista Time... Para os editores, o século passado será lembrado por sua ciência e tecnologia, e ninguém melhor que Einstein para simbolizar tudo o que foi feito nesse período... Também não impressiona o fato de mais de 20 cientistas terem levado o Nobel de Física por pesquisar temas abordados por Einstein, e tampouco a decisão da Assembléia Geral das Nações Unidas, que elegeu 2005 como o Ano Mundial da Física, para comemorar o centenário dos trabalhos de Einstein publicados em 1905... Incompreensível é que ainda haja atualmente quem tente demonstrar que Einstein estava 'fragorosamente errado', e no seu caso, sem absolutamente nenhuma base científica, além de bravatas tolas, que pela indignação estou sendo obrigado a REFUTAR... 

Fontes: Richard Feynman, 2008, Lições de Física (Relógio Atômico: 5-5, 5-6); The Royal Society of London (Diversos; http://royalsociety.org/); Santos, 2008, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul; Farias, 2008, PUC Brasília;


Carlos Sherman

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