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segunda-feira, 25 de março de 2013

El "Che" por el Che...




Maradona não poderia ser um garoto propagando mais apropriado, para Che Guevara, afinal nada como um farsante para lardear sobre outro... Ernesto “Che” Guevara Lynch de la Serna é uma farsa histórica sem precedentes... Che não passou de um assassino covarde, encoberto por um discurso altamente “marqueteiro” e hipócrita, de justiça social e revolução, feito principalmente por Fidel Castro e pelos propagando comunista soviética, da qual eles eram marionetes...

Na verdade Che Guevara era um psicótico, arrogante, assassino, totalitário, e completamente avesso à vida em liberdade... Che foi responsável diretamente pela matança de muitos inocentes, contribuindo para uma "Nova Cuba", um regime de terror, uma ditadura capitaneada pelo não menos psicótico Fidel - e agora nas frágeis mãos de irmão Raul...


'Che', comandante em chefe das "forças revolucionárias" de Fidel, não media esforços para colocar em risco a vida de seus comandados, inclusive liquidando alguns de seus comandados, e razão de uma desconfiança doentia, típica de psicóticos ou viciados em drogas... E tinha o dedo pesado na hora de ordenar torturas e fuzilamentos em massa... Foram milhares de pessoas mortas por suas ordens, ou diretamente executadas por seu calibre 45, sempre 'covardemente' atado à cintura... 

Mas o mais 'terrível' em todo este 'terror', é o gigantesco contra-senso que dá a este assassino o enlevo de um 'democrata, libertador, lutador emérito pela liberdade, amor, igualdade, justiças, etc'... A fantasia em torno de sua figura e biografia, alcança os limites da mentira sórdida e grotesca... 'Che' personificou a opressão e a ditadura, em todos os sentidos... 

'Che' Guevara é comparado à outra farsa, Cristo, mas seria melhor descrito em analogias com açougueiros do calibre de Pinochet, Mao Tse Tung, Stalin, Mussolini, Franco, Pol Pot, Lenin, Hitler e o próprio Fidel Castro... 'Che' nunca foi um 'pensador', nem mesmo um estrategista, estacando na  categoria de assassino histórico, um comandante sanguinário, arrogante e tosco, ao longo de toda a sádica campanha... 

Todos os açougueiros supra-citados, foram imortalizados como tal, enquanto inacreditavelmente e descabidamente, Che Guevara é representado como um 'florista', um filósofo, um mártir da humanidade... Parte deste circo sem pé nem cabeça, está montado sobre duas colunas, a imagem 'cristológica' e messiânica feita pelo fotógrafo Alberto Korda em 1960, e uma frase que não é sua: “Há que endurecer sem jamais perder a ternura” - na verdade um lema e parte da propaganda da revolução, cuja autoria não é de 'Che'...

Em 1952, falando sobre a origem e predominância africana na Venezuela, 'Che' não deixa dúvidas sobre o pensa sobre “os negros”:


Os negros, os mesmos magníficos exemplares da raça africana que mantiveram sua pureza racial graças ao pouco apego que têm ao banho, viram seu território invadido por um novo tipo de escravo: o português [...] O desprezo e a pobreza os unem na luta cotidiana, mas o modo diferente de encarar a vida os separa completamente; o negro indolente e sonhador gasta seu dinheirinho em qualquer frivolidade ou diversão, ao passo que o europeu tem uma tradição de trabalho e de economia que o persegue até estas paragens da América e o leva a progredir”. (CASTAÑEDA, 2006, página 75); (KALFON, 1998, página 87)
[O filme “Diários de Motocicleta” omitiu esta e muitas outras inconvenientes verdades sobre o diário de Che Guevara]

Na Costa Rica, Che escreve:

“Fiquei do lado de fora com Socorro, uma neguinha [negrita] que eu tinha arranjado, com 16 anos no lombo, e mais puta do que uma galinha.” (ANDERSON, 1997, p.143)

Em uma entrevista radiofônica, concedida logo após o seu retorno a Havana, Che Guevara fornece uma boa pista sobre o futuro dos negros e mulatos cubanos, em sua 'ilha'. Luis Pons, um empresário cubano e 'negro', pergunta a Che sobre os planos da revolução para a "população de cor", ao que Che responde:
“Nós faremos por negros e mulatos exatamente o que eles fizeram pela revolução... Ou seja: nada." (FONTOVA, 2009, p.241)

No documentário “Anatomia de um mito”, Pedro Corzo entrevista à Miguel Sanchez, “El Coreano”, um dos homens que treinou a força expedicionária de Castro do Granma no México em 1956: “Che adorava diminuir um guerrilheiro cubano chamado Juan Almeida Bosque, que era negro. Ele sempre se referia a ele como ‘el negrito’. Almeida ficava possesso com Che, de modo que finalmente lhe disse: ‘Olha, Juan, quando Che te chamar de el negrito, chama-o de el chancho (o porco), porque o cara nunca toma banho'. Isto funcionou durante algum tempo, mas Che logo encontrou outras vítimas para seu racismo inato, desprezando todos ‘esses mexicanos, índios e iletrados.’”... E assim foi...

Em fevereiro de 1963, "Che" decide formar um foco guerrilheiro na Argentina, e Alberto Castellanos afirma que o chefe da escolta – Harry Villegas, o Pombo – não foi chamado porque era negro, tendo "Che" dito à todos: “Aonde vamos não existem negros”. (CASTAÑEDA, 2006, p.325)

Castellanos contou ainda que Guevara lhe falou em particular: “Está bem. Mas não vá se vestir de índio, porque você não é índio, e diga a Villegas que ele não pode ir com você porque é preto e para onde nós vamos não há pretos.”
(ANDERSON, 1997, p.627)


Fonte: Ernesto "Che" Guevara

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