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terça-feira, 19 de março de 2013

Mea culpa... [pero no mucho]



Mea culpa... [pero no mucho]

Tenho sido muito duro com pensadores já superados ou desmascarados, lato sensu... Muito embora, stricto sensu, alguns tenham contribuído de alguma forma, com algum tijolo, cimento, ou reparo, no edifício do corpus do conhecimento humano endereçado à verdade... E o faço - e bem sei que o faço - em virtude de meu temperamento acirrado, mas sobretudo como resposta às vãs idolatrias, que consideram tais débeis pensadores como a causa primeira e a verdade última... Sem medir a força de minha refutação, corro o risco de denegar até mesmo nobres ideias, proferidas por não tão nobres dignatários... Não como um embate ad hominem, mas pela dedica constatação de seus erros, que conjurados, superam em muito seus acertos... Pois aqui acerto as minhas contas com uns, e subscrevo reiterando novamente a minha implacável crítica a outros... Suspendo a marreta sobre as cabeças de Platão, Aristóteles, Rousseau, Descartes e Kant, mas continuo descendo sem piedade sobre Marx e Freud... 

Ético logo - e sempre - cético... e iconoclasta...

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