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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Diana, a caçadora, o Curupira, e o Deus judaico-cristão-islâmico...

Por que as igrejas, todas elas, tem para-raios???


Por Perce Polegatto

As pessoas que creem pensam que as que não creem vivem mal – e mil outras coisas relacionadas. Pensam que, no momento do sofrimento, os descrentes devem repensar a fé e se apegar a algo.
Mas não, isso não funciona assim.

Se estou perdido numa floresta, não espero a ajuda de Diana, a caçadora, ou do Curupira.
Para quem não crê, não há hipótese alguma de ser salvo por uma entidade sobrenatural, seja ela qual for.
E não adianta dizer: “Peça uma graça. Não custa nada. Quem sabe...”
Não, não funciona assim.

Pode ser que uma pessoa não se sinta bem com sua descrença, que decline a alguma tristeza ou viva menos motivada, consciente de sua condição. Mas não passa a crer em anjos por causa disso. Não por teimosia ou recusa, mas porque simplesmente não lhe é possível. Sua mente rejeita o sobrenatural, a fantasia, o absurdo, e trabalha naturalmente com o que entende e sente como possível, como disponível, como real, custe-lhe a dor que custar – se por acaso lhe custar alguma dor, se for esse o caso, bem entendido.

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